Reforma Tributária no Brasil

Como a Escodoo está acompanhando as mudanças e qual é nossa metodologia para agir

Reforma Tributária no Brasil

A reforma tributária brasileira não é “uma mudança no sistema”.

Ela é uma mudança no jogo.

E para empresas que dependem de ERP, emissão fiscal e controle contábil, existe uma verdade simples:

quem tratar isso como “ajuste técnico” vai pagar caro depois.

Na Escodoo, a gente não está olhando para a reforma tributária como um susto.

A gente está tratando como o que ela realmente é:

um projeto de continuidade operacional.

Neste artigo, vamos mostrar como estamos acompanhando as mudanças tributárias e qual é a nossa metodologia para agir com previsibilidade — sem improviso, sem correria e sem “vamos ver no que dá”.

O problema não é a mudança. É a velocidade e o impacto.

O Brasil não muda devagar.

Mudam regras, formatos, validações, integrações e exigências fiscais… e tudo isso cai direto em áreas críticas:

  • faturamento
  • compras
  • estoque
  • financeiro
  • contabilidade
  • logística e transporte
  • integrações com serviços externos

Quando a empresa não se prepara, o risco aparece no pior lugar possível:

produção.

E quando produção quebra, não é só TI que sofre.

É operação, financeiro e diretoria.

Odoo no Brasil: fiscal não é “módulo”, é estratégia

Quem implanta ERP no Brasil precisa aceitar uma realidade:

o fiscal é parte do coração do sistema.

E é por isso que, para atender o cenário brasileiro, a Escodoo trabalha com os módulos da localização brasileira mantidos pela comunidade, especialmente o repositório l10n-brazil dentro do ecossistema OCA.

Isso traz uma vantagem enorme:

  • evolução contínua
  • rastreabilidade
  • padrões globais de qualidade
  • colaboração com a comunidade
  • mais previsibilidade na adaptação a mudanças

Como a Escodoo acompanha as mudanças tributárias (na prática)

A Escodoo não espera “virar urgência”.

A gente acompanha o movimento antes de virar incêndio.

Nossa atuação acontece em três frentes ao mesmo tempo:

1) Leitura técnica + interpretação de impacto

Não basta saber “o que mudou”.

Precisa entender:

  • o que muda no processo real da empresa
  • quais áreas são afetadas
  • quais cadastros e regras entram no radar
  • quais integrações podem quebrar
  • quais riscos são operacionais vs fiscais

A reforma tributária não é só compliance.

Ela muda o fluxo.

2) Acompanhamento do ecossistema Odoo + OCA

O Odoo evolui rápido.

A comunidade também.

Na Escodoo, acompanhar mudanças tributárias envolve olhar para:

  • evolução do Odoo Community
  • módulos OCA relacionados a fiscal e contabilidade
  • roadmap de versões e mudanças de comportamento
  • padrões de implementação para manter upgrades viáveis

Isso é parte da nossa cultura: não operar isolado, operar conectado ao ecossistema.

3) Monitoramento por risco (não por ansiedade)

Nem toda mudança vira prioridade máxima.

Por isso, usamos um critério simples:

prioridade é impacto + urgência + risco de quebra.

Ou seja:

  • risco fiscal e emissão → prioridade alta
  • risco de parar faturamento → prioridade altíssima
  • ajustes periféricos → entram no backlog com controle

Isso evita a armadilha clássica:

fazer tudo correndo e quebrar o que já estava funcionando.

A metodologia da Escodoo para agir (sem improviso)

Agora vem a parte que importa: como a gente transforma mudança tributária em ação prática.

Aqui está o nosso método.

1) Diagnóstico técnico orientado a impacto

Toda empresa tem um Odoo diferente.

Mesmo quando parece igual.

O diagnóstico serve para mapear:

  • quais módulos fiscais estão em uso
  • quais integrações fiscais existem
  • quais fluxos de emissão são críticos
  • onde existe customização que aumenta risco
  • quais pontos travam upgrade e evolução

A reforma tributária só pode ser tratada com previsibilidade quando você sabe onde está pisando.

2) Classificação por criticidade (o que pode quebrar a operação)

Depois do diagnóstico, a gente separa em camadas:

Alta criticidade

  • emissão fiscal
  • faturamento
  • financeiro e contabilidade
  • integrações obrigatórias

Média criticidade

  • relatórios e análises
  • ajustes de processo
  • automações internas

Baixa criticidade

  • melhorias de usabilidade
  • ajustes pontuais sem risco operacional

A ordem correta é sempre:

continuidade do negócio primeiro.

3) Plano de ação por fases (e não “big bang”)

O erro mais comum em mudanças fiscais é tentar fazer tudo de uma vez.

Na Escodoo, a gente atua com fases para reduzir risco:

  • fase 1: preparar base e garantir continuidade
  • fase 2: adaptar fiscal e integrações críticas
  • fase 3: otimizar processo e governança
  • fase 4: estabilizar e preparar upgrades futuros

Isso cria previsibilidade e evita que o projeto vire um “evento traumático”.

4) Governança técnica: ticket, branch, PR e revisão

Mudança tributária é um ambiente perfeito para bugs caros.

Por isso, a Escodoo aplica governança técnica como padrão:

  • toda mudança nasce em ticket
  • branch organizada por versão e demanda
  • Pull Request com objetivo, impacto e plano de teste
  • revisão de código antes de validar
  • rastreabilidade total do que entrou e por quê

Sem isso, o fiscal vira “gambiarra em produção”.

E gambiarra fiscal é uma forma criativa de ter problemas sérios.

5) Staging obrigatório com validação de fluxo real

A regra é clara:

produção não é laboratório.

Mudança fiscal precisa ser validada em staging com:

  • dados próximos do real
  • cenários reais de emissão
  • integrações controladas
  • logs e rastreabilidade

O teste que importa não é “abrir a tela”.

É o fluxo completo:

pedido → faturamento → emissão → integração → retorno

6) Go-live controlado + rollback preparado

Deploy fiscal não é “vamos subir e torcer”.

A Escodoo trabalha com:

  • janela planejada
  • checklist de pré e pós deploy
  • monitoramento reforçado
  • rollback pronto

Isso reduz drasticamente risco de parada e dá segurança para a operação.

7) Evolução contínua: o fiscal não termina no go-live

Essa é a diferença entre “projeto” e “maturidade”.

Mudança tributária não é um patch.

É uma nova fase do país.

Por isso, o trabalho não termina quando “passa a emitir”.

A Escodoo mantém evolução contínua com:

  • ajustes finos pós implantação
  • melhoria de performance e consistência
  • redução de customizações frágeis
  • preparação para upgrades futuros
  • acompanhamento do ecossistema e novas exigências

Conclusão: reforma tributária exige método, não heroísmo

A reforma tributária vai impactar empresas de todos os tamanhos.

A diferença entre sofrer e evoluir está em uma palavra:

método.

A Escodoo acompanha as mudanças com uma abordagem que combina:

visão de ecossistema

governança técnica

validação real

implantação por fases

continuidade operacional

Porque no Brasil, fiscal não é opcional.

E improviso é caro.

Sobre a Escodoo

A Escodoo é uma Consultoria Odoo especializada em Odoo ERP Open Source, com forte atuação no ecossistema OCA e experiência prática em projetos no Brasil.

Apoiamos empresas com Implantação Odoo, suporte e sustentação, desenvolvimento e customizações, integrações e automações, governança técnica e evolução contínua, além de Odoo fiscal e localização brasileira com módulos da OCA no repositório l10n-brazil.

Se sua empresa quer se preparar para as mudanças tributárias com previsibilidade — evitando riscos, retrabalho e urgências em produção — entre em contato e entenda como a Escodoo pode apoiar sua operação com segurança e consistência.

Entre em contato e entenda como podemos apoiar sua operação com Odoo.

Reforma Tributária no Brasil
Escodoo Erp Open Source, Marcel Savegnago 20 de fevereiro de 2026
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